Ah, entendi agora!
“Assista [REC], não assista Quarentena!” – um amigo meu falou, ao dizer que Quarentena era um filme baseado no [REC]. Mas eu fui teimosa e assiti Quarentena nos cinemas – na época – mesmo assim!

REC Poster do Filme
Para minha surpresa não havia nada de errado no filme. Era interessante, falava de algo que se parecia com uma epidemia de zumbis (filmes do tipo que eu adoro!)… enfim, eu daria nota sete, quase oito para o filme.
E foi então que recentemente eu assisti [REC]. Sim, porque fiquei na maior ânsia para assistir o tal original! Aluguei quando uma oportunidade namoristica surgiu…
Para minha surpresa, Quarentena não é baseado em [REC]. Sério, não é.
É uma refilmagem americana em cima de um filme lado “B” para tentar torná-lo lado “mainstream” mas muito sem sucesso. [REC] é mal filmado propositalmente… Quarentena mostra o que você queria ver em [REC], mas o roteiro é o mesmo, as cenas acontecem na mesma sequência… e tirando uma cena legal que tem no Quarentena de uns cachorros que não existe no [REC], eu diria que o Quarentena ficava até devendo pro original.
Por sorte eu assisti primeiro Quarentena, que por ser americano, acaba sendo melhor em muitos aspectos de “susto” e de qualidade da película (edição, montagem, tratamento de imagem). Mas eu tenho que confessar que o amadorismo da equipe de filmagem (personagens) do filme original detona!! A mocinha que faz a histérica reporter no original dá de 10 a zero na versão norte-americana.
Se juntassem o que tem de bom nos dois filmes, com certeza Quarentena+[REC] seria um dos melhores filmes de epidemias (zumbis) que já assisti.
Na hora de escolher o que assistir, eu aviso: se quiser entender melhor o roteiro e não se importar com uma narrativa lenta e sonolenta, opte pelo original. Se preferir algo mais dinâmico sacrificando o roteiro, assista a versão norte-americana.
É isso!
Hum… Achei legal [REC]. Mas o final (que eu não contarei qual é xD), estraga!
Querentena acho que ainda não assisti. Mas quem sabe não assistiremos em uma próxima oportunidade “namorística”. Lol.
Beijos, te amo!
Rê - 28 28UTC outubro 28UTC 2009 às 8:42 PM |